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Que pasa hermanos?!

A seleção argentina até agora não encantou, conseguiu se classificar para a Copa no último jogo das Eliminatórias e a sua principal estrela o atacante do Barcelona, Lionel Messi, não consegue ter a mesma eficiencia quando está jogando na seleção da Argentina. Porém, os argentinos chegam à Copa como uma das favoritas, apenas pelas habilidades individuais dos seus jogadores.

A opção mais correta e sensata, seria deixar a responsabilidade de unir esses valores individuais dos jogadores nas mãos do técnico, acontece que o técnico em questão é Diego Maradona, aquele que mandou os jornalistas argentinos chuparem (e continuarem chupando), que promoteu que se a Argentina ganhasse a Copa ele correria pelado em volta do monumento que fica em Buenos Aires, que também liberou para os atletas, video-game (apoiado!), sexo, vinho e churrasco, mas tudo com moderação.

Se já não bastasse isso, recentemente foi divulgado que apenas um jogador da Argentina teria o privilégio de ter um quarto só para ele. Ora! Mas quem seria esse privilegado?!? Messi?!?! Não, É Carlitos Tevez, o motivo?? Por que ele gosta de ficar nu no quarto. Bom, realmente essa não é uma coisa bela de se ver.

Mas o pior ainda está por vir (mais?!?!), o diretor técnico e guru do Maradona, Carlos Bilardo, que também foi campeão como técnico da Argentina em 1986, prometeu sexo para o jogador que fizer o gol do título, até ai tudo bem, mas o sexo é com ele, isso mesmo, Bilardo disse deixaria fazer sexo com ele, disse também que já fez o exame de próstata e sabe como é e mesmo assim está disposto.

O que está acontecendo com os nossos “hermanos”?!? Será que eles tomaram aquela água batizada que deram para o Branco na Copa de 90?

Rafael Shiroma.

Enfim, um meia armador

Há tempos que o Corinthians não via alguém vestir a camisa 11 tão bem desde o meia Ricardinho. Bruno César foi contratado após fazer um excelente campeonato paulista pelo Santo André, é uma bela opção para a armação do meio-campo, desde a saída do Douglas no ano passado, o Corinthians não achou ninguém para substituí-lo, veio o argentino Defederico que é mais um segundo atacante do que meia-armador e até agora não emplacou, depois veio Danilo e Tcheco, o primeiro é o que seria responsável pela armação, ainda não conseguiu mostrar o futebol dos tempos de São Paulo e o Tcheco que veio a pedido do Mano Menezes, vem de uma lesão e ainda não conseguiu um ritmo de jogo .

Cabe agora ao jovem Bruno César fazer essa função, até agora ele se mostrou eficiente no posicionamento em campo e nos chutes de fora da área (já foram 3 gols em 4 jogos). Posso estar errado, mas o futebol do Bruno César parece uma mistura do futebol do Ricardinho e do Rosinei, pelos passes e chute de fora da área do Ricardinho e pelas entradas na área e gols decisivos do Rosinei, principalmente nos clássicos, pode ser um pouco cedo falar isso, mas pela falta de opção Bruno César vai ser a grande arma do Corinthians nesse Brasileirão e também para a Libertadores no ano que vem.

Rafael Shiroma.

Os 11 iniciais

Passada a convocação no mínimo passível de contestação do técnico Dunga, a seleção começou sua preparação para a Copa do Mundo, em Curitiba. Os jogadores foram chegando aos poucos, à excessão de dois dos vencedores da UEFA Champions League, pela Internazionale de Milão, que são Maicon e Lúcio, que se uniram à seleção já em Joanesburgo.

Após vários trabalhos exclusivamente físicos, visando a recuperação daqueles que terminaram uma agitada temporada européia e para a manutenção daqueles que vem jogando, a seleção canarinho começou seus trabalhos táticos.

Como sabemos, não é do feitio do nosso técnico mudanças abruptas na seleção, e é eexatamente isso o que tem sido demonstrado nos poucos treinamentos táticos e coletivos que houveram. A seleção está sendo montada no 4-2-3-1 de sempre, com: Julio César, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto Silva, Felipe Melo; Elano, Kaká e Robinho; Luís Fabiano. Sim, defendo a tese de que o Brasil não atua com dois atacantes e sim com apenas um. Robinho cumpre uma função tática de auxílio à Michel Bastos na lateral esquerda do campo, para jogadas em dupla, assim como Elano o faz pela direita com Maicon. Elano marca mais que Robinho, o que possibilita uma maior liberdade de Maicon, já que Elano pode cobri-lo em suas investidas, além do auxílio nas jogadas laterais. Já Robinho é mais incisivo, driblador, e joga em diagonal. Favorece as passagens de Michel para a linha de fundo, já que traz a marcação do lateral adversário e mobiliza um zagueiro ou um volante para a cobertura, abrindo um corredor para o lateral esquerdo brasileiro. Porém, com Robinho, o Brasil perde em poder de marcação por aquele setor, o que deve fazer Michel Bastos subir menos que Maicon, acusando uma tendência do brasil a jogar pela direita, como tem feito durante o período treinado por Dunga, seja com Maicon e Elano, Maicon e Daniel Alves ou ainda Maicon e Ramires.

Uma solução seria que Felipe Melo se deslocasse mais pelo lado esquerdo do campo, cubrindo prioritariamente Michel Bastos, centralizando Gilberto Silva, que já atua mesmo como um “falso” terceiro zagueiro na seleção há algum tempo, e colocando Elano para cobrir Maicon na direita. Neste caso, acredito ser melhor a escalação de Daniel Alves no meio, o que facilitaria sua movimentação por saber jogar na lateral, liberando Maicon em suas investidas, ou mesmo atacando enquanto Maicon fica recuado, já que Daniel domina aquela região do campo.

Enfim, por enquanto, o Brasil deve seguir a tendência de lentidão na saída de bola, com Kaká sobrecarregado no meio, e com a bola passando pelos pés dos dois volantes para chegar até Kaká, Elano ou Robinho. Pode-se investir nas laterais, para isso, é preciso que os volantes se conscientizem da cobertura, liberando Maicon e Michel Bastos, que atacam muito bem, sendo Maicon com muita força fisica e velocidade, e Michel com bons passes, chutes e cruzamentos. Pode ser a saída em velocidade que falta à seleção, que insiste em jogar centralizada sendo que tem apenas Kaká posicionado dessa forma. É preciso desafogar o lado direito, sempre a saída mais óbvia da seleção quando está apertada, dando condições de jogo a Michel Bastos, e tendo duas alas fortes, para que Kaká tenha liberdade de receber a bola para decidir, arrancar, lançar, não tenha que vir buscar a bola, anulando sua principal característica que é a velocidade, o bom chute de fora da área e a inteligência.

Se soubermos utilizar a melhor característica dos 11 iniciais, temos uma ótima seleção em campo.

Agora nosso banco de reservas…

Deixa pra outro post…

Paulo Henrique

Time x Clube

Time é fé, religião, crença, paixão.

Clube é estrutura.

Time é imbatível, intocável.

Clube é exigido, criticado.

Clube é o presente.

Time é o passado, presente e futuro.

Clube é patrocínio, renda.

Time é raça, tradição.

Clube tem um craque

Time tem ídolos.

Clube tem sócios

Time tem uma nação

Rafael Shiroma

O Clássico das baladas

Flamengo x Corinthians, um jogo que tinha tudo para ser uma final de campeonato, vai acontecer hoje pelas oitavas de final da libertadores. Porém, os dois times vem com situações diferentes.

De uma lado, o Corinthians vem fazendo uma campanha tranqüila na libertadores, mesmo sem fazer nenhuma grande atuação, conseguiu se classificar como o melhor da fase de grupos e vai poder decidir todos o jogos volta em casa.

Já o Flamengo, para se classificar, teve que torcer por uma série de resultados que felizmente aconteceram, além disso, o técnico Andrade foi demitido e sei auxiliar, Rogério Lourenço, assumiu como técnico interino.

Mas a grande questão desse jogo é em relação as grandes estrelas desses, Ronaldo e Adriano.

Ronaldo desde que chegou no Corinthians não conseguiu perder peso e até agora não mostrou o mesmo futebol do ano passado, vem fazendo atuações muito abaixo da sua média, e já vem mostrando um fim de carreira decepcionante para quem é o artilheiro de todas as copas.

Adriano desde o começo desse ano, vem cercado por polêmicas, baladas e mordomias que de longe o deixaram de ser aquele imperador dos tempos de Inter.

apesar dos problemas de Ronaldo e Adriano, creio que isso não vá ofuscar o clássico das duas maiores torcidas do Brasil, e que já promete ser o jogos com maior público dessa libertadores.

Rafael Shiroma

Messi na versão para videogame

Que o Messi vem jogando muito, isso ninguém duvida, mas ninguém sabe ao certo como explicar tamanha habilidade. Seria apenas uma boa fase? Ou ele ainda não enfrentou nenhum marcador que possa realmente pará-lo? E de onde vem sua inspiração? Muitos devem fazer as mesmas perguntas, e só resumem suas respostas à: “Ele realmente é um gênio!!”.

Porém, o técnico do Arsenal, Arsène Wenger, falou que o Messi é um “jogador de videogame”. Comparação que, na minha opnião, é bem interessante e coerente. Os jogos eletrônicos baseado em simuladores seja eles de futebol, avião, carros, etc. estão cada vez mais perto da realidade (não digo perfeição, pois até a realidade não é perfeita). E não seria nenhuma surpresa se algum jogador dissesse que usa jogos de vídeo game pra aprimorar o seu futebol.

Mas a diferença entre o real e o virtual é que nos jogos eletrônicos o jogador tem a visão de um telespectador, ou seja, tem uma visão de 360º do jogo, além de ter um radar no canto da tela mostrando todos jogadores em campo, enquanto os jogadores de futebol tem apenas a sua visão frontal além de se orientar pelos gritos de seus companheiros e técnico.

Mas ai você senta, analisa e pensa: “Se os simuladores de futebol têm uma visão de jogo diferente dos jogos reais. O que um jogador de futebol pode aprender com eles?!?!”. Bom, se o jogador se basear no radar que existe nos jogos eletrônicos, ele vai tentar observar onde estão seus companheiros e onde estão seus adversários, facilitando assim o passe de bola ou até mesmo os dribles, não chega a ser aquela visão de 360º que existe nos jogos de videogame mas fica bem próximo disso.

Agora se o Messi realmente joga videogame ou até mesmo se baseia neles para joga bola, ai já é outros quinhentos….

Rafael Shiroma

Dúvida cruel

No futebol, hoje em dia, falamos muito de Messi, Cristiano Ronaldo, do time do Barcelona, dos esquemas com três atacantes, de Neymar, Robinho, Ganso e André…enfim, para quem gosta de futebol-arte, futebol-muleque (ou seja lá qual a definição mais atual do futebol jogado com velocidade, habilidade e por que não, sacanagem), o mundo da bola tem nos dado um prato cheio em vários campeonatos, inclusive no Brasil, onde a moda dos times com três zagueiros e dois volantes, três zagueiros e três volantes (acredite, isso existe), o famoso 3-6-1 do Ney Franco, que em algum momento ele utilizou por onde passou, está acabando, ao que tudo indica.

Os times entenderam que é necessário marcar, e marcar firme, mas que para isso não é necessário um amontoado de jogadores que não produzem ofensivamente. Basta ver o Santos, com Arouca (segundo volante improvisado de primeiro e jogando muito), os outros dois componentes são Marquinhos e Paulo Henrique, dois meias, habilidosos, mas que se voluntariam na marcação, assim como o também participativo Wesley, que devido ao sucesso de Marquinhos, foi deslocado para a lateral direita. Além desses, é de se prestar atenção na volta dos “meninos da dancinha”, tanto Neymar, quanto Robinho e também André voltam para ajudar seja pelo meio, atrasando o contra-ataque ou pelas laterais, atasanando as subidas dos alas. Ainda assim, o Santos tem um ataque com média de 3,4 gols por jogo na temporada e sempre jogando pra frente. Ter 6 jogadores (meio campo e ataque) que tem vocação ofensiva está atrapalhando o Santos? Acho que não.

O Barcelona do Messi e também do Xavi (tão genio quanto Messi, na minha opinião) joga também no mesmo sistema. O time titular tem sido: Victor Valdés, Daniel Alves, Puyol, Piqué, Abidal, Sério Busquets, Xavi, Iniesta, Pedro, Messi e Ibrahimovic. Tudo bem, um meio campo com três “volantes” de origem, porém que rendem muito no ataque, Xavi é um exímio passador e finalizador, Iniesta é presença constante nos ataques sempre entrando na linha de fundo atrás dos zagueiros para fazer a jogada, Pedro, movimentação absurda pelo lado esquerdo e também centralizado, Ibrahimovic, ta devendo, mas sabe o que fazer, e Messi, bom, se for falar do Messi vai demorar muito…a questão é, o time marca muitos gols, e sofre poucos.

O que Barcelona e Santos tem em comum?

Na minha humilde opinião, ambos jogam bonito, com qualidade, com habilidade, com magia (para alguns) e nem por isso deixam de ser eficientes. O Santos, é claro, precisa ainda ganhar títulos para se tornar um time mais expressivo, mas tem feito apresentações de gala, precisa ser mais constante. Constância essa que sobra no esquadrão de Messi e companhia…

Os dois times sabem o que fazer com a bola, sabem tocar, abrir espaços, se movimentar, sem dar espaços ao adversário, e quando perdem a bola sabem marcar a saída de jogo do adversário ali na frente, recuperando muitas vezes e criando novas jogadas imediatamente.

A nossa seleção vai para a Copa com Gilberto Silva (regular), Felipe Melo (regular quando lembra de jogar sem os cotovelos, sem tomar cartões desnecessarios), Elano ou Ramires ou Daniel Alves (sim, nosso reserva da lateral É a melhor opção) e Kaká (mas o Kaká do Milan, melhor do mundo, rápido, inteligente e decisivo ou o do Real Madrid, apagado, machucado, lento?), enfim…a seleção brasileira exala pragmatismo quando joga, toca de lado a lado sem produzir nada e com uma lentidão que abisma que vê. À excessão das subidas de Maicon (sempre melhor com Daniel Alves a seu lado), um surto do capitão Lúcio (um monstro na zaga, mas que dá calafrios quando sai com a redonda) ou um lampejo de Kaká, Robinho e do Fabuloso Luís Fabiano, o que faremos? Vamos ver o tempo passar e tocar de lado? Não é todo jogo que o tão temido “contra-ataque” da seleção vai resolver.

Não valia a pena ter investido num meio-campo mais dinâmico? Mas como discutir com gente que só vê os resultados? Sejam eles conseguidos de qualquer maneira…Dunga ganhou tudo, parabéns, o time realmente demonstra disposição na marcação, além dos milagres do Julio César…mas só essa disposição vai resolver?

A história das Copas até joga a favor de Dunga. A Itália, sempre burocrática é tetra, o Brasil de 94, que não empolgou e também era burocrático, ganhou, o Brasil do futebol arte, em 1982, perdeu…Paciência. Como digo, contra fatos não há argumentos. Mas ainda assim, acho mais fácil vencer com qualidade aliada a disposição que com disposição aliada a disposição.

Vamos ver no que vai dar…Vamos lá Brasil, ou vamos lá futebol arte??

Paulo Henrique